Me perdi, de novo.
Sinto uma incoerência em relação ao que sinto.
Será a vida me julgando novamente? Este réu parece ter uma sentença simples... perpétua...
Pregava que a prisão era um mal advindo da falta de liberdade.
Errei...
Quanto mais liberdade me permite, mais preso estou
Gosto bastante, mas receio ainda mais
Nada pior que se entregar para liberdade e entender que ela era toda a extensão da prisão construída.
Colhemos o que plantamos?
Isso ganha um tom de falsidade quando percebemos que existem tornados, terremotos, enchentes, ressacas, insetos, secas...
Nestes campos secos e amarelos, será que a grama será verde um dia? Ou sempre um lado seca antes para que o outro possa esverdear.
Roundup... nunca quis... mas talvez seja a única solução.
Poxa, quando vou conseguir plantar direito?
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Dilacerando a carne em troca da liberdade
E olha que é bom ser o motivo das saudades dela
Se não fosse o inverso disso também verdadeiro, deixava assim pra sempre.
Nunca fui um cara bonzinho de verdade
sempre há de vir o interesse em nome da vontade,
e a vontade... é intensa!
e se a liberdade for a própria intensidade disfarçada?
e se os amores fossem sentimentos de intensidades diferentes?
amar é libertar? Ser liberto é ser amado?
Gosto de acreditar que sim, nem que a realidade me coma
Quanto mais intenso, mais livre e mais amor?
Gosto de acreditar que sim, nem que minha alma esfarele
A vontade é o instrumento para a ação desta intensidade?
Gosto de acreditar que sim, nem que sozinho e abandonado
Ser livre e libertar
Ser amado e amar
Ser intenso e intensificar
Assim será bom, pois isso é realmente elevar a própria potência.
Deixe que haja vontade, sempre.
Se não fosse o inverso disso também verdadeiro, deixava assim pra sempre.
Nunca fui um cara bonzinho de verdade
sempre há de vir o interesse em nome da vontade,
e a vontade... é intensa!
e se a liberdade for a própria intensidade disfarçada?
e se os amores fossem sentimentos de intensidades diferentes?
amar é libertar? Ser liberto é ser amado?
Gosto de acreditar que sim, nem que a realidade me coma
Quanto mais intenso, mais livre e mais amor?
Gosto de acreditar que sim, nem que minha alma esfarele
A vontade é o instrumento para a ação desta intensidade?
Gosto de acreditar que sim, nem que sozinho e abandonado
Ser livre e libertar
Ser amado e amar
Ser intenso e intensificar
Assim será bom, pois isso é realmente elevar a própria potência.
Deixe que haja vontade, sempre.
Filmes
A vida é um cinema, vezes ação outras comédias e romances, suspenses e até mesmo terrores. São vidas que se fingem de filmes, é o cinema da vida.
Bom mesmo é viver vários filmes e aprender, conhecer e apreciar bons enredos, belas fotografias, roteiros inteligentes e direções criativas.
Nem sempre somos personagens, mas os filmes mais intensos são aqueles que participamos. O problema é que certas pessoas buscam apenas papéis principais. E papéis principais no meio de 7 bilhões de concorrentes são dádivas. Como ser o protagonista do próprio filme em meio a tanto elenco?
Uma vez me falaram que a verdadeira diferença entre hoje e os anos 70 é que antigamente todo relógio era Rolex e todo fusca era Ferrari assim como toda pessoa era um indivíduo com ideias e sentimentos.
A identidade foi se tornando cada vez mais pequena, não somos aquilo que devíamos ser, somos números e categorias. Sempre gostei de exatas, mas os humanos não são e não devem ser exatos. Essa exatidão tira toda a graça da obra. vivemos como robôs da nossa ideologia furada e medíocre. Não existem mais pessoas diferentes, são todos parte de alguma categorização quase que biológica. Várias raças dentro da espécie. É deste agrupamento que tenho medo. Se existe um grupo de pessoas que são consideradas iguais, não existem protagonistas. E você pode viver fazendo papéis secundários, mas vai dizer que não quer estrelar um filme épico? Um que tenha aventura, comédia, romance, suspense, e um final clássico e emocionante! Não interessa se alguém verá o filme, se ele vai vender muitos ingressos ou se vai ter Oscars, mas o que interessa sim é protagonizar a própria vida. Este filme é algo para se lembrar e ser lembrado, nem que apenas por você mesmo. Ou aprender a ser assim como Stan Lee....
Bom mesmo é viver vários filmes e aprender, conhecer e apreciar bons enredos, belas fotografias, roteiros inteligentes e direções criativas.
Nem sempre somos personagens, mas os filmes mais intensos são aqueles que participamos. O problema é que certas pessoas buscam apenas papéis principais. E papéis principais no meio de 7 bilhões de concorrentes são dádivas. Como ser o protagonista do próprio filme em meio a tanto elenco?
Uma vez me falaram que a verdadeira diferença entre hoje e os anos 70 é que antigamente todo relógio era Rolex e todo fusca era Ferrari assim como toda pessoa era um indivíduo com ideias e sentimentos.
A identidade foi se tornando cada vez mais pequena, não somos aquilo que devíamos ser, somos números e categorias. Sempre gostei de exatas, mas os humanos não são e não devem ser exatos. Essa exatidão tira toda a graça da obra. vivemos como robôs da nossa ideologia furada e medíocre. Não existem mais pessoas diferentes, são todos parte de alguma categorização quase que biológica. Várias raças dentro da espécie. É deste agrupamento que tenho medo. Se existe um grupo de pessoas que são consideradas iguais, não existem protagonistas. E você pode viver fazendo papéis secundários, mas vai dizer que não quer estrelar um filme épico? Um que tenha aventura, comédia, romance, suspense, e um final clássico e emocionante! Não interessa se alguém verá o filme, se ele vai vender muitos ingressos ou se vai ter Oscars, mas o que interessa sim é protagonizar a própria vida. Este filme é algo para se lembrar e ser lembrado, nem que apenas por você mesmo. Ou aprender a ser assim como Stan Lee....
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