segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Marcha da paciência

Agonia constante
Anseios de morte
nessa vida insossa
Péssima arte a nossa.

face cansada, rosto que expressa nada
felicidade extraviada, tristeza escondida

tu achas que mascaras?
Eu, somente eu, posso ve-la
ver-te-ei como duas caras
Uma para o mundo e outra eu e ela

Afagas logo este sentimento de solidão
Meu ser anseia essa tua decisão
Quando tomares o caminho deste sentimento
Lembra-te, estarei sempre atento

Mas não quero guerra nem confusão
Espero tua beleza prodígia com máscaras ao chão
Para bem ou mal, apenas verdadeira
enquanto isso, eu, na mais vil paciência.

Vida ou morte?
Amor ou ilusão?

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